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a exploração da mulher brasileira em Portugal e no mundo

O direito e o avesso

a exploração da mulher brasileira em Portugal e no mundo

Postby Ratinho » Sun Apr 04, 2004 3:35 am

Devido a constante demonstração de falta de informação dos portugueses em relação à situação da prostituição de brasileiras em Portugal e na Europa já que este assunto é abordado sempre de forma pejorativa e depreciativa em relação as mulheres brasileiras recomendo aos portugueses a leitura do seguinte texto para enriquecer seu conhecimento sobre este assunto.

________________________________________


..."Ali andavam entre eles três ou quatro moças, bem novinhas e gentis, com cabelos muito pretos e compridos pelas costas; e suas vergonhas, tão altas e tão cerradinhas e tão limpas das cabeleiras que, de as nós muito bem olharmos, não se envergonhavam...".
..."E uma daquelas moças era toda tingida de baixo a cima, daquela tintura e certo era tão bem feita e tão redonda, e sua vergonha tão graciosa que a muitas mulheres de nossa terra, vendo-lhe tais feições envergonhara, por não terem as suas como ela..."


A reprodução desse trecho da Carta a El Rei D. Manuel escrita por Pero Vaz de Caminha em 1º de Maio de 1500, é primeira peça de comunicação feita sobre o Brasil, a qual demonstra que a exploração sexual do Brasil começou já na época do descobrimento, as palavras de Caminha enaltecendo as qualidades da índia brasileira ressaltando seus atributos físicos (com destaque para a genitália depilada “vergonhas tão limpas das cabeleiras) e seu comportamento desinibido (“de nós muito bem olharmos, não se envergonhavam”). Além desta peça escrita, somam-se desenhos e gravuras posteriores, as pinturas de artistas da época, que povoam em grande número os nossos livros de história e galerias de arte, os quais sempre exploraram essa imagem da mulher nua, disponível e exótica. Pelo que pode-se perceber, o turismo sexual já era objeto de
divulgação mesmo nos primórdios do País.

ESCRAVAS MADE IN BRAZIL

Fernando Carrazedo Feijó
Centro de Paula Souza - São Paulo - Brasil

Flávio Mário de Alcântara Calazans
UNESP/Cásper Líbero

"O tráfico de mulheres e a prostituição de milhões delas no mundo já alcançam níveis de exploração só comparáveis aos piores momentos do comércio de escravos do século 16." (Jornal da Tarde - Mulheres: tráfico como no século 16 - 30/11/2000)

"Dados apresentados pela Fundação Helsinque de Direitos Humanos, organização não-governamental (ONG) com sede na Finlândia, indicam que o Brasil é o maior exportador de mulheres escravas sexuais da América do Sul. Segundo a ONG, existem hoje 75 mil mulheres brasileiras trabalhando em cabarés, saunas e outras modalidades de casas de prostituição na União Européia." (Jornal da Tarde - Artigos - As escravas brasileiras - Luiza Nagib Eluf - Procuradora de Justiça do Ministério Público de SP - 25/04/2001)

O Tráfico de seres humanos, principalmente crianças e mulheres, cresce a cada dia. A rede de tráfico fica a cada dia mais sofisticada e falta de ação das autoridades ajuda nesse desenvolvimento. Fome, poucas oportunidades de trabalho, falta de educação e cultura, motivam mulheres a tentar a sorte na prostituição ou a busca de empregos no exterior, com salários em dólares.

Os aliciadores colocam anúncios em jornais, montam empresas de representação ou agências de modelos, buscando chamar a atenção de mulheres e adolescentes ambiciosas, propõem empregos no exterior, com altos salários. Muitas são enganadas e vão parar em outros países onde serão obrigadas a se prostituir, vivendo sempre sobre ameaça, tem seus passaportes confiscados por seus compradores, ficando a mercê da violência em um país em que sequer conhece a língua. Outras sabem e vão para poderem conseguir dinheiro para melhorarem suas vidas e de seus familiares.

"Dentro do Brasil também há muita exploração organizada da prostituição,
comércio de pessoas, escravidão. Crianças são vendidas, leiloadas, rifadas para fins sexuais. No exterior, somos conhecidos como o país do turismo sexual - com meninas de tenra idade, ou mesmo meninos a preço barato para os estrangeiros."(Jornal da Tarde - Artigos - As escravas brasileiras - Luiza Nagib Eluf - Procuradora de Justiça do Ministério Público de SP - 25/04/2001)

O tráfico de seres humanos é a terceira atividade ilícita mais rentável no mundo, só perdendo para o tráfico de drogas e armas. As organizações criminosas buscam no Brasil, maior alvo na América Latina, mercadorias para serem comercializadas em toda a Europa, os principais estados brasileiros onde são feitos os aliciamentos Rio de Janeiro, São Paulo, Goiás, Paraná, Rio Grande do Sul e capitais do Norte e cidades litorâneas do Nordeste, onde a miséria se contrapõe a riqueza e belezas desses lugares, criando o ambiente ideal para que as mulheres e crianças caiam nas redes do tráfico.

Os principais países receptores dessas escravas brancas são: Espanha, Portugal, Itália, Holanda e Alemanha, onde essas mulheres serão obrigadas a trabalhares em casas noturnas e até nas ruas, para poderem pagar suas contas pendentes com os aliciadores e "proprietários".

Para o Suriname eu vou - Uns dos esquemas que mais funcionam no Brasil, no tráfico de mulheres é a rota via Suriname, que foi matéria de capa da revista Istoé em 1996, ganhado o 1º Prêmio Simón Bolivar de Jornalismo, concedido pelo Parlamento Latino-americano, com a reportagem "Escravas do sexo", publicada em 5 de junho desse ano.

O Suriname é a primeira parada de uma movimentada rota de tráfico de
mulheres brasileiras para a Europa. Nos últimos três anos, Paramaribo se
consolidou como entreposto de Prostitutas. (...) 500 brasileiras integram o
mercado do sexo no Suriname." (Istoé - Prostitutas made in Brazil - 05/06/1996)

"As garotas levadas ao Suriname fazem um estágio de três meses no país e, depois, passam um período similar na Holanda. Vendidas a donos de boates e casas de prostituição holandesas por US$ 1 mil, elas são posteriormente da mesma transação na Espanha e na Alemanha.(...)

Antes de Terminar a etapa do Suriname, as garotas são avaliadas para prosseguir carreira na Europa. Representantes de casas de prostituição na Holanda viajam a Paramaribo para conferir as qualidades de suas contratadas. A primeira orientação dada às garotas é tirar toda a roupa. Depois, com ajuda de um boneco inflável, elas aprendem técnicas de massagem erótica. Recém ainda aulas sobre o manuseio de chicotes, algemas e outros apetrechos sadomasoquistas. (...) Todas ganham no corpo um número tatuado, para facilitar a identificação."(Istoé - Prostitutas made in Brazil - 05/06/1996)

Tal treinamento prepara a escrava sexual com artefatos sadomasoquistas para atuarem tanto como ativas-sádicas batendo no cliente (Dominatrix), ou como passivas-masoquistas apanhando (Submissives), ao gosto dos fregueses representando qualquer dos dois papéis quando solicitada, um treinamento de profissional do sexo sofisticada.

A facilidade que essas mulheres entram para escravidão, se tornando um
pesadelo em suas vidas, pois é quase impossível se livrar de seus donos, muitas fogem ou voltam em caixões para suas famílias.

"A maioria dessas moças pensa que a prostituição é considerada crime no Brasil. Não o é. O Código Penal só pune a exploração da prostituição realizada por terceiros, mas não incrimina a conduta da prostituta. No entanto, a moral vigente condena de tal forma esta prática que é comum se acreditar na proibição legal."(Jornal da Tarde - Artigos - As escravas brasileiras - Luiza Nagib Eluf - 25/04/2001)

Estas prostitutas reforçam a imagem de “Paraíso Sexual” que o Brasil vem
construindo por décadas em todo o mundo, são um mostruário do Prostiturismo que o cliente poderá vir buscar no Brasil.

Desta forma, o Turismo Sexual ou Prostiturismo é uma atividade que mobiliza cifras astronômicas em dólares, e que vem crescendo, tendo o Brasil um lugar de destaque no cenário internacional atraindo atenções dos segmentos masculino heterossexual e homossexual, ambos com preferência pelo abuso de menores brasileiros e brasileiras.

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· Jornal da Tarde - Artigo - José Pastore - Trabalho e turismo Sexual - 13/02/1997
· Jornal da Tarde - Artigos - As escravas brasileiras - Luiza Nagib Eluf -
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· Jornal da Tarde - Caderno de TV - A rede mais poderosa e a profissão mais
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· Jornal da Tarde - Internacional - Mulheres: tráfico como no século 16 -
30/11/2000 http://www.jt.estadao.com.br/editorias/ ... nt537.html
· Jornal da Tarde - Nos EUA, setor tem 10% da indústria - 17/06/ 2001
http://www.jt.estadao.com.br/suplemento ... ri009.html
· Jornal da Tarde - O poder gay - 24/06/2001 -
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· Jornal da Tarde - Cônsul suspetio de pedofilia - 05/07/2000
· Jornal da Tarde - Uma nova forma de fazer turismo - 24/06/2001 -
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· Lei Estadual nº 9.976, de 20/05/1998 - São Paulo
· Jornal A Tarde - Verão 2000: Brasil fecha o cerco contra o turismo sexual -
02/02/2000
Jornal Diário Popular - Só tem Popozuda! - Fábio Martins - 23/02/2001
· Jornal Estado de São Paulo - Caderno 2 - Daniel Piza - Mitos,mentiras e utopias
- 01/07/2001
· Jornal Folha de São Paulo - Caderno de Turismo - 11/06/2001
· Jornal O Estado de São Paulo - "Ele falou maravilhas das praias", diz uma das
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http://www.estado.estadao.com.br/editor ... id024.html
· Jornal O Estado de São Paulo - França julga 1º caso de turismo sexual -
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· Revista Época - Edição 128 - 31/10/2000
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· Revista Istoé - Barbárie na Praia do Futuro -29/08/2001
· Revista Istoé - Combate à pedofilia - 08/01/1997
· Jornal do Brasil - Brasil é alvo do tráfico de pessoas - 29/11/2000
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· Jornal A Tribuna - O fim do turismo sexual no Brasil - 09/07/2001 - A-3 (Santos)
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· Revista Istoé - nº 1556 - A Europa cai no samba - 28/07/1999
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· Revista Istoé - Trabalho reconhecido - 06/11/1996 -
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Postby ambrosio » Sun Apr 04, 2004 8:25 am

Repetindo o Post anterior:
Quanto ao tráfego humano ao contrario do que diz estamos bem cientes do que se passa, o caso do Brasil nem é o pior, existem muitas máfias dos países de leste instaladas aqui em Portugal que em conjunto com certos portugueses traficam grande numero pessoas provenientes desses países, principalmente da Ucrânia.

Acrescento:
O tráfego não é só de prostituição mas também outros trabalhos como a construção civil no caso dos homens, principalmente em relação à Ucrânia.
É um problema que tem de ser resolvido entre os dois países Já que a rede não funciona só em Portugal.
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Postby marcos-cwb » Sun Apr 04, 2004 9:32 pm

Ratinho,

Achei interessante os artigos sobre a exploração das brasileiras e, para falar a verdade, tinha pouca informação sobre o assunto. Acho importante que se mostre todos os lados da história.

A minha única treta com esse tipo de postura, bastante comum no Brasil, é que percebo que os brasileiros têm uma FORTE tendência de se colocarem como vítimas do que ocorre, conforme já escrevi por aqui dezenas de vezes.

Dificuldades surgem aos montes para todo mundo e sempre vai existir uma série de desculpas que podemos usar para justificar nossas falhas e fracassos, inclusive de forma bastante verossímil. O problema é que isso não resolve nada! Se é importante reconhecer a existência do problema para que se possa combatê-lo, também é importante ter auto-crítica para perceber nossa parcela de culpa.

Se existem meninas que imigraram iludidas ou forçadas, também devem existir aquelas que sabiam o que estava ocorrendo. Cada caso teria que ser avaliado individualmente.

Aliás, sempre me perguntei por que os imigrantes que vieram para a minha região, mesmo aqueles que foram jogados no meio do mato sem qualquer assistência, se deram bem. Concluí que é uma questão de mentalidade. Senti isso com muita força quando morei em São Paulo com pessoas de todas as partes do país. Alguns amigos colocavam a culpa de tudo que ocorria de errado em fatores externos. Era quase uma doença.

Com frequência vejo a repetição desse padrão de comportamento aqui no fórum, embora não afirme que seja esse o caso em questão. Só acho importante ficarmos atentos para não colocarmos outros países como bodes expiatórios. Quem perde somos nós.
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Postby marcos-cwb » Sun Apr 04, 2004 9:39 pm

Mas continue postando. :D

Percebi que posts conciliadores como os meus não geram debate.

Os seus SÃO BEM MELHORES E BEM MAIS MOTIVADORES! :D
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Postby ReggaeMan » Sun Apr 04, 2004 10:04 pm

Pois é, marcos... Essa questão de prostituição dá tanta dor de cabeça pro Brasil... =T
E apesar de eu não gostar de ver prostitutas nos lugares aonde eu vou, eu me sinto indignado quando vejo esse tráfico de prostitutas para a Europa, principalmente quando elas vão iludidas.
Por que os europeus fazem piadas com os brasileiros por causa das prostitutas se eles é que vão atrás delas? Eles que deveriam ter vergonha de se tacarem de lá pra cá só pra transar com prostitutas...

E tu tinha saído, marcos? =)
Ser brasileiro é pra quem pode,
né pra quem quer não... ;P

"Vista sua saia bem rodada com a blusa decotada que lá vem a batucada levantar poeira.
Eu quero fazer muita zuada, se é noite enluarada bota lenha na fogueira, hoje eu vou te queixar" =)

E aí?! CHUPA TODA! =P
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Postby lusófoba_candanga » Mon Apr 05, 2004 10:28 am

ReggaeMan wrote:Pois é, marcos... Essa questão de prostituição dá tanta dor de cabeça pro Brasil... =T
E apesar de eu não gostar de ver prostitutas nos lugares aonde eu vou, eu me sinto indignado quando vejo esse tráfico de prostitutas para a Europa, principalmente quando elas vão iludidas.
Por que os europeus fazem piadas com os brasileiros por causa das prostitutas se eles é que vão atrás delas? Eles que deveriam ter vergonha de se tacarem de lá pra cá só pra transar com prostitutas...

E tu tinha saído, marcos? =)


trepar com as ''raparigas'' é negócio do turista português no Brasil
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Postby psmmr » Mon Apr 05, 2004 12:33 pm

é mulher... não generalizes isso... Eu sou tuguês e indo ao brasil não iria às putas.....

Quanto a esta questão tenho uma coisa a dizer:

Se o problema a isso relativo é aí tão grande... Porque não pensam em legalizar a prostituição (como os Países baixos fizeram)??? Talvez assim podessem evitar muitos dos males a esse negócio associados. Que pensa o Brasil desta hipotese? Já foi pensada/tentada pôr em practica por alguém?
...
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Postby marcos-cwb » Tue Apr 06, 2004 8:09 pm

ReggaeMan wrote:
E tu tinha saído, marcos? =)


Eu já lia esse fórum há um bom tempo, principalmente a parte de língua inglesa, quando me cadastrei. Na verdade, só senti vontade de participar das discussões porque vi que você, o Robert Maia, o Pedro e o Estudante tinham opiniões parecidíssimas com as minhas em muitos assuntos. Mas em determinado momento encheu o saco... muita baixaria e repetição.

Agora parece que andou aparecendo um pessoal legal por aqui! :D

Até o Jururu/ Lusófoba/Monique anda menos azedo.
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Postby ReggaeMan » Tue Apr 06, 2004 8:46 pm

trepar com as ''raparigas'' é negócio do turista português no Brasil
todo gringo é igual

Nada a ver, ó... =P
Acho que todos os portugas que eu vi aqui eram pessoas normais. Uma vez eu vi uns 2 casais (um deles tava se beijando violentamente na Beira-Mar e o outro ficou "a rir" e a pedir que eles parassem), e outra vez, no shopz, tinha uma familiazinha portuga. O papai e o filhinho estavam olhando DVDs, e o filhinho queria levar um. Aí o papai disse: "Isto é muito caro, não estais a ver?". Reparem na linguagem que o pai usa com a criança (tinha uns 4 anos.).
Agora tem outros portugas que têm hotel, outros têm umas casinhas de shows para lavagem de dinheiro... =)
Ser brasileiro é pra quem pode,
né pra quem quer não... ;P

"Vista sua saia bem rodada com a blusa decotada que lá vem a batucada levantar poeira.
Eu quero fazer muita zuada, se é noite enluarada bota lenha na fogueira, hoje eu vou te queixar" =)

E aí?! CHUPA TODA! =P
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Postby ReggaeMan » Tue Apr 06, 2004 8:51 pm

Mas em determinado momento encheu o saco... muita baixaria e repetição.

Concordo... Teve um tempo que eu também saí, mas foi por que eu tava muito ocupado. Nesse tempo eu nem lembrava que esse fórum existia. Só do lado de fora você vê como se discute coisa fútil neste fórum... É claro que tem muita coisa boa também! =)

Agora parece que andou aparecendo um pessoal legal por aqui!

Apareceu, mas também apareceu gente demais. E COMO TEM THREAD sobre besteira, viu... 90% é lixo, sinto muito dizer. Tô falando do fórum no geral. E os threads sobre putaria octuplicaram. >)

Até o Jururu/ Lusófoba/Monique anda menos azedo

Talvez, viu... =P Mas o Ju sempre foi mó limpeza. Mas o brazilian_nyc não mudou muito não, viu... =D
Ser brasileiro é pra quem pode,
né pra quem quer não... ;P

"Vista sua saia bem rodada com a blusa decotada que lá vem a batucada levantar poeira.
Eu quero fazer muita zuada, se é noite enluarada bota lenha na fogueira, hoje eu vou te queixar" =)

E aí?! CHUPA TODA! =P
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ReggaeMan
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Postby marcos-cwb » Tue Apr 06, 2004 9:46 pm

[quote="ReggaeManApareceu, mas também apareceu gente demais. E COMO TEM THREAD sobre besteira, viu... 90% é lixo, sinto muito dizer. Tô falando do fórum no geral. E os threads sobre putaria octuplicaram. >)

[/quote]

É verdade.
:(

Acabei de ver rapidamente alguns tópicos e tem muito post de velhos conhecidos com outros nicks. Talvez tenha me enganado!

A parte de língua inglesa não leio mais. Fiquei com um impressão muito ruim dos americanos. Parece-me que o americano médio é muito bronco, quase tão inculto quanto o brasileiro pobre...
marcos-cwb
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